Generalização de uma Coletividade Contemporânea
Generalização de uma Coletividade
Das Infâncias desconhecidas que temos
somos ainda aquela criança abandonada
que nós mesmos abandonamos num dia frio
solitariamente
buscando uma explicação exaustivamente
pra uma pergunta que não soubemos fazer
mas que nem sequer calamos...
Rebanho do capetalismo
todos
nos vinculamos à esta função acumulativa
de fazer e produzir muito além do nescessário
e deixamos pra trás nossa curiosidade
sem compreender abandonamos a intelectualidade
em nome da praticidade, eficiência e produtividade
Somos ainda esta infancia perdida
que inquestionavelmente obedece
indefesa que é, seguindo o fluxo da manada
consultando-a pra cada passo,
entre decisões severas e inseguras
importantes mas medrosas...
Somos esta criança
ainda humanamente desumana
mais proximas do mundo animal
e distantes de qualquer intelectualidade
por mera incapacidade circunstancial...
Somos um rebanho, um montante...
não temos identidade, somos substituíveis mortais...
Somos a criança machucada
desconfiada eternamente
não somos nada sendo
um rebanho e somente
somos engolidores de sapo
a ler inúmeras bulas e engolir cumprimidos dia a dia
pra esquece e esconder a existência daquela forte azia
e manter em segredo o coletivo ponto fraco...
dia a dia
adiando
o que no fim aprendemos
que era a genuína vida
e não a vivemos
a esquecemos com a infância
nossas distantes crianças...
ass. João do Povo
uFGg
Das Infâncias desconhecidas que temos
somos ainda aquela criança abandonada
que nós mesmos abandonamos num dia frio
solitariamente
buscando uma explicação exaustivamente
pra uma pergunta que não soubemos fazer
mas que nem sequer calamos...
Rebanho do capetalismo
todos
nos vinculamos à esta função acumulativa
de fazer e produzir muito além do nescessário
e deixamos pra trás nossa curiosidade
sem compreender abandonamos a intelectualidade
em nome da praticidade, eficiência e produtividade
Somos ainda esta infancia perdida
que inquestionavelmente obedece
indefesa que é, seguindo o fluxo da manada
consultando-a pra cada passo,
entre decisões severas e inseguras
importantes mas medrosas...
Somos esta criança
ainda humanamente desumana
mais proximas do mundo animal
e distantes de qualquer intelectualidade
por mera incapacidade circunstancial...
Somos um rebanho, um montante...
não temos identidade, somos substituíveis mortais...
Somos a criança machucada
desconfiada eternamente
não somos nada sendo
um rebanho e somente
somos engolidores de sapo
a ler inúmeras bulas e engolir cumprimidos dia a dia
pra esquece e esconder a existência daquela forte azia
e manter em segredo o coletivo ponto fraco...
dia a dia
adiando
o que no fim aprendemos
que era a genuína vida
e não a vivemos
a esquecemos com a infância
nossas distantes crianças...
ass. João do Povo
uFGg


2 Comments:
Desculpe-me eu não tive tempo de ler esse texto, mas li o do seu outro blog. Não sei qual blo é de que, mas comentei no outro , pois vi mais atualizado. Então vim aqui falar que fiz um comentário para vc no outro blog.
Rasadeva777
"OM SHANTI SHANTI HUM"
É, João do Povo...
As pessoas deixaram a vida natural para levar uma vida artificial, com necessidades ilusórias... Sábios são os nativos indígenas de vários lugares.
O quanto nos prostituimos por dinheiro... O quanto produzimos para fora enquanto dentro se encontra uma miséria... O quanto o lucro individual é mais importante do que o bem coletivo...
Às vezes me parecem que os valores de humanidade, de solidariedade somem um pouco nas pessoas enquanto não ocorre algo muito sério.
As pessoas vivem em busca do prazer, de obter algo que elas não sabem o que é, mas elas querem. E isso as faz querer consumir (ou ter a possibilidade de consumir) tudo que há e para obter dinheiro para isso passaria por cima de qualquer coisa.
O mundo está com os valores todos invertidos...
A realidade nada mais é do que aquilo que nós imaginamos que ela seja.
Rasadeva777
"OM SHANTI SHANTI HUM"
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